Embora a partida tenha acabado num empate sem gols, tanto Atlanta Beat quanto Gold Pride poderiam ter saído com os três pontos. A equipe da Geórgia viu chances cristalinas serem desperdiçadas por Eniola Aluko, Monica Ocampo e Ramona Bachmann. Além disso, sofreu com o egoísmo de suas atacantes, especialmente Aluko. Logo no início do jogo, ela invadiu a área e, ao lado, tinha Lori Chalupny completamente livre de marcação. Era só rolar a bola e correr pro abraço. No entanto, a "fominhagem" falou mais alto e a inglesa decidiu resolver sozinha, permitindo que Nicole Barnhart praticasse a defesa. Apesar da atuação pouco inspirada da dupla Marta e Christine Sinclair, o Gold Pride também teve várias oportunidades para marcar, mas esbarrou nas defesas de Hope Solo e na trave três vezes. Destaques individuais para Hope Solo (uma atuação que deixaria seu pai, Han, orgulhoso), Aya Miyama (numa função mais defensiva) e Lori Chalupny (muito bem na armação enquanto teve fôlego).
Há 5 anos






